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A trajetória do empresário Norival Palumbo na direção de um dos grandes colégios do Tatuapé, o Lumière

Quando assumiu o cargo de mantenedor e diretor administrativo do Colégio Lumière, em 1995, Norival Palumbo tinha o objetivo de fazer com que a instituição se tornasse uma referência na área educacional na região, um desafio difícil, pois a competitividade era grande. Treze anos depois, ele pode se orgulhar por comandar um colégio  reconhecidamente forte.

Antes do Lumière, Palumbo desempenhou importantes funções, como de professor, coronel da Polícia Militar de São Paulo, advogado e corregedor da Administração Pública do Estado nos governos Covas e Alckmin.

Ao assumir o cargo de mantenedor e diretor administrativo do Lumière, Palumbo sabia que novas responsabilidades viriam, afinal de contas, o Tatuapé e a região são repletos de colégios particulares. Era preciso ter um diferencial, algo que pudesse ressaltar ainda mais a sua preocupação com o futuro de seus alunos. Pensando assim, decidiu inovar e, de maneira pioneira, implementou o Sistema Anglo de Ensino. “Nossa proposta era formar um colégio de elite para que nossos estudantes pudessem enfrentar os vestibulares mais fortes com as mesmas condições dos alunos dos melhores colégios da Zona Sul”.

Num primeiro momento, o Lumière passou a oferecer aos seus alunos do Ensino Médio o mesmo conteúdo que era passado num cursinho de ponta, mas com a diferença que os estudantes do colégio teriam três anos para se preparem ao invés de um. Posteriormente, a parceria foi estendida para as áreas de Educação Fundamental e Infantil.

Além do sistema de ensino, Palumbo destaca que para fazer do Lumière um colégio de ponta, outras medidas foram fundamentais, como investimento em laboratórios, contratação de professores altamente capacitados e que pudessem ser bem remunerados.

Os números provam que o esforço de Palumbo resultou em sucesso: o colégio cresce anualmente de 10% a 15 %. “A procura é tão grande que em algumas séries já tivemos que fazer um vestibulinho para a entrada de novos alunos”.

Com a experiência de quem conseguiu fazer com que seu colégio tivesse o respeito e admiração de muitos, Palumbo fala sobre o ensino particular: “Um bom colégio não é aquele que oferece um serviço de hotel 5 estrelas. Também não dá para achar que uma boa instituição de ensino é aquela que cobra mais barato, porque certamente essa não poderá oferecer o melhor. O que os pais devem avaliar é o que se faz em sala de aula, a qualidade do ensino oferecida, o nível dos profissionais, instalações adequadas, os resultados conseguidos por ex-alunos, todos esses fatores somados é que formam um grande colégio”.

Atingir um nível elevado é algo difícil, mas, como todos sabem, se manter nele não é uma tarefa fácil, por isso, Palumbo faz questão de acompanhar todo o funcionamento do Lumière de perto, trabalha de 8 a 9 horas por dia, analisando diversos setores como a parte contábil, trabalho dos funcionários, manutenção, compras e sempre procurando dialogar com professores em buscas dos melhores resultados.

Sobre ex-alunos do Lumière que passaram nos melhores vestibulares, Palumbo diz ter muitas histórias para contar. “Tivemos uma aluna que chegou aqui chateada por causa de uma má experiência em outro colégio que não acreditou no potencial dela e depois de estudar aqui, passou na Unesp, Unicamp e em outras duas faculdades de peso. Teve outra, que logo no 1º semestre do curso de Jornalismo, impressionou a coordenadora do curso, hoje ela é redatora de um dos principais jornais. São muitos casos que servem para nos encher de orgulho e saber que estamos no caminho certo”.

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