10 capas históricas

10 capas históricas

Parece que foi ontem. Mas já são 10 anos de Revista do Tatuapé e 112 edições. Uau! Foi um período de muito trabalho, dedicação, descobertas e conhecimento. Nesse tempo, entrevistamos pessoas incríveis, descobrimos histórias lindas e inspiradoras, circulamos muito pelas ruas do nosso bairro e procuramos nos atualizar e modernizar sempre. Por isso, não estamos apenas nestas páginas impressas, mas também na internet e nas redes sociais, onde ganhamos uma interação, inimaginável há 10 anos, com os nossos leitores. Para celebrar este momento de festa, resolvemos rever 10 pessoas que estiveram em nossas capas nesse período. O que será que mudou na vida delas? Essa foi a pergunta que norteou as entrevistas. Como é interessante poder olhar para as mudanças com sabedoria e alegria, vendo o que aprendemos com cada uma delas. É isso que essas histórias nos contam. Boa leitura!

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1Jaque Khury

Dezembro/2005 – Janeiro/2006
Dezembro/2005 – Janeiro/2006

Jaque Khury foi a primeira capa da Revista do Tatuapé. Na época, ela morava no bairro e fazia a personagem “A Outra” no programa Tudo é Possível, da TV Record. Hoje, ela é mãe do Gael, de 1 ano e 9 meses, mora no Rio de Janeiro, divide suas experiências com a maternidade no site Nova Mãe e é atleta do WBFF (World Beauty Fashion Fitness), concurso que está ajudando a trazer para o Brasil no próximo ano. Antes de seguir carreira no mundo fitness, ela trabalhou como atriz e apresentadora, participou do Big Brother Brasil e foi Panicat. Quando descobriu o concurso WBFF, ela se preparou durante três meses para a competição. Voltou dos EUA campeã na categoria “Diva Fitness”. Em 2016, Jaque vai participar de mais duas provas internacionais e, em 2017, deve vir mais um bebê por aí.

2Joel Abrão

Fevereiro/Março 2006
Fevereiro/Março 2006

O arquiteto Joel Abrão foi nossa segunda capa, em 2006. Naquela época, ele assinava cerca de 70 prédios no Tatuapé e Anália Franco. Hoje, já são mais de 130. Desses, o Bauhaus e o Josephine foram premiados internacionalmente, e o Saint Claire e o Modigliani receberam prêmios nacionais. “Fico orgulhoso”, diz contidamente o arquiteto, que assistiu a uma valorização da sua profissão nos últimos 10 anos. “O arquiteto era um artigo de luxo. Quando o mercado percebeu que a gente ajudava a resolver bem questões como utilização dos materiais, economia de espaço, além de criar projetos que valorizam o empreendimento, isso mudou. Hoje, ninguém consegue pensar em uma construção sem um arquiteto”.

3Carina Varella

Abril/Maio 2006

A advogada Carina Varella saiu na capa da Revista do Tatuapé de abril de 2006 com o filho Rafael nos seus ombros e falou sobre a experiência da maternidade. Hoje seria difícil refazer essa foto já que Rafael está com 13 anos e 1,70 metros de altura. Além disso, Carina aumentou a família e teve mais dois filhos, Caio, 6 e Felipe, 4. “Eu tenho que ser a mulher elástica. Você bate o escanteio e corre pro gol. Mas eu vejo que com um filho tudo parece mais difícil porque você canaliza muita energia para uma coisa só. Quando você tem dois ou três tem que dividir, fica menos rígida e acaba dando mais certo”.

4Jayme Rasmussen Junior

Agosto/2006
Agosto/2006

Em 2006, Jayme Rasmussen Junior conversou com a Revista do Tatuapé sobre a experiência de ser pai. Sua filha, Nicole, estava com 7 meses. Hoje, é uma menina de 10 anos e ele continua um pai dedicado e derretido. “Minha vida é a vida dela. Esses 10 anos foram um período de muito aprendizado, sabedoria e dedicação. Ser pai é a coisa mais valiosa que um homem pode receber. Posso garantir que aprendi muito mais do que ensinei. Eu desejo pra Nicole nada mais do que um caminho de muita luz e sabedoria, porque é isso que eu cultivo dentro das sementes que eu jogo na vida da minha filha. Cabe a ela, amanhã, colher aquilo que ela realmente vai plantar”.

5Fernando Bezerra

Setembro/2008
Setembro/2008

Quando o Tatuapé fez 340 anos, o cineasta Fernando Bezerra, 39, foi capa da revista falando sobre o documentário produzido por ele para contar um pouco da história do bairro. Lá se vão sete anos desde aquela produção, que foi finalizada, mas não distribuída da forma como ele pensava. Fernando continua trabalhando como cineasta na sua produtora, que agora se chama Agartha Filmes. Além de produzir comerciais e conteúdos editoriais para a TV, ele se prepara para trazer de volta à televisão o Gigantes do Ringue. “O programa vai ter uma cara totalmente nova, misturando reality show e música”. O programa piloto já foi gravado e teve a participação de novos lutadores e apresentação de Michel Serdan.

6Roberval Andrade

Agosto/2009
Agosto/2009

O piloto de fórmula Truck Roberval Andrade, 43, foi capa da Revista do Tatuapé em 2009, junto com o filho Victor, hoje com 11 anos. No ano seguinte, ele fechou uma parceria com o Corinthians e, como atleta do clube, levou para casa o título de campeão brasileiro e sul-americano, além de computar mais uma vitória no autódromo de Interlagos. “Pra mim, Interlagos é um campeonato a parte”, diz. Na vida pessoal, o Victor ganhou um irmão, o Davi, hoje com 4 anos, que nasceu no dia do aniversário de Roberval. “Tenho duas datas bem marcantes no relacionamento pai e filho. O Victor nasceu no mesmo dia do meu pai, e o Davi no dia do meu aniversário”, conta. Agora, Roberval se prepara para correr com um novo caminhão em 2016 e diz que pensa em deixar a carreira de piloto a partir de 2018. “Quero me dedicar mais à parte comercial”.

7Marlei Cevada e os gêmeos Theo Ribeiro e Mauricio Sampa...

Outubro/2009
Outubro/2009

A atriz Marlei Cevada e os gêmeos Theo Ribeiro e Mauricio Sampaulo foram capa da Revista do Tatuapé quando estavam em cartaz com o espetáculo Quinta Q Pariu, no extinto Teatro Silvio Romero. Nesses seis anos, a principal personagem de Marlei, a Nina, virou celebridade e ficou conhecida, principalmente, por causa dos quadros da atriz no programa A Praça é Nossa, do SBT. E a Nina parece ter vida longa: está na TV, no teatro, no festival Risadaria, tem CD infantil e muita lenha pra queimar. Mauricio e Theo atuam ao lado de Marlei em alguns espetáculos e também estão no backstage, trabalhando em roteiros e na produção. Eles ainda tentaram empreender na área da gastronomia, com uma pizzaria, mas, bem, tudo acabou em pizza mesmo! Sorte que com esse trio o bom-humor é sempre garantido!

8Marcelo Duarte

Novembro/2010
Novembro/2010

O curioso Marcelo Duarte não para. Desde que saiu na capa da Revista do Tatuapé até agora ele vem explorando novos formatos e conteúdos. E 2015 foi o ano das grandes mudanças. Depois de 16 anos, ele deixou a ESPN e começou a fazer algo inédito em 30 anos de carreira: jornalismo diário. Ele é um dos apresentadores do Manhã Bandeirantes, que vai ao ar de segunda a sábado na Rádio Bandeirantes. Outra novidade é o canal Tresloucados, no Youtube, versão para a web do programa que apresentava na ESPN, o Loucos por Futebol, no ar há dois meses. “A internet te permite fazer algo muito mais descontraído”, diz. O Guia dos Curiosos, sua menina dos olhos, completou 20 anos e ganhou uma versão totalmente atualizada, porque, afinal, ele nunca deixou de ser um curioso.

9Lídia Parotti Ribeiro Leite

Abril/2013
Abril/2013

Em 2013, Lídia Parotti Ribeiro Leite foi capa da revista em uma matéria sobre a Terceira Idade que permanece ativa. Dois anos e meio depois, ela continua na academia, que frequenta, no mínimo, quatro vezes por semana. Com 66 anos, ela já corre por cerca de 50 minutos na esteira e o plano é começar, em 2016, a corrida de rua de 5 km. “Não imaginava que com essa idade eu estaria correndo”, diz. “Mas depois dos 60, os exercícios fazem diferença. Rejuvenesce. E isso, quando a gente tem idade, é importante. Porque nos sentimos cada vez mais debilitados. Vemos nossos pais partirem e pensamos, ‘agora, o normal e que seja eu, meu marido’. E os exercícios e as amizades que fazemos na academia ajudam a espantar esses pensamentos e trazer vida nova”.

10Milena Fabossi

Novembro/2013
Novembro/2013

Milena Fabossi saiu na capa com a filha Manuella, então com dois meses, em uma reportagem sobre as mães de UTI. A menina, que ficou 24 dias na UTI depois que nasceu, está com dois anos, adora conversar e é muito esperta. “Olhar para ela traz uma sensação muito boa. Vejo a Manu saudável e penso que tudo que passei valeu a pena. É tanto amor que a gente até esquece o que passou. Só quando ela fica doente é que vem uma preocupação maior. Mas ela é tão decidida, que nos faz esquecer isso rapidinho”, diz a mãe. “Quando encontro alguém que está vivendo o que eu vivi, digo para não desistir, para confiar. Ficamos ansiosos, mas é preciso esperar o tempo deles. A hora em que tudo se resolve vai chegar”.

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